Marvel vs Capcom Infinite – Primeiras Impressões

Olá pessoas lendo, tudo bom? O artigo de hoje e será um pouco mais curto, sorry. Vou falar de porradaria novamente. Marvel vs Capcom Infinity saiu e vou dizer o que achei do jogo, então relaxe e aproveite a matéria.

O mais novo jogo da franquia conta com um modo história absurdo (ouso dizer que é o ponto mais legal do jogo), novas mecânicas e alterações de alguns comandos. Esse artigo é resultado de uma breve pesquisa e muito da minha opinião pessoal, portanto, este trata mais de como eu vejo o jogo. A mecânica está basicamente a mesma, salvo algumas alterações, como após o inimigo cair no chão só poder ser levantado uma vez. No geral eles mantiveram a jogabilidade e mecânica que todos os outros títulos têm.

Fiquei surpreso com o modo história desse jogo. Se você conhece a franquia sabe que história nunca foi o forte dela, porém, desta vez estamos diante de algo especial e bem trabalhado. A trama ocorre em uma realidade onde os universos da marvel e o da capcom se fundem. O epicentro da fusão foi entre a cidade do Mega Man X e Asgard, formando assim XGard, local que se torna a base do vilão. O grande inimigo desta vez, é o Ultron Sigma, que tem o objetivo de exterminar toda vida orgânica. Isso é só uma pequena sinopse da história, não direi muito mais para não estragar os plot twist e recomendo que tire um tempo para ver-la.

O gráfico está muito melhor se comparado ao jogo anterior, porém, a modelagem e a textura deixam muito a desejar. Durante o período da demo, houve muita reclamação referente aos gráficos. Antes do lançamento o jogo passou por uma “atualização” gráfica, mas ainda tem uma qualidade mais baixa que outros jogos da mesma geração, como o Injustice 2. Outro fator negativo desse jogo são os loads Infinite, que são extremamente longos, durando entre 15s a 30s. Apesar de ter uma história excelente os inimigos são em sua maioria genéricos e vão sendo reutilizados várias vezes ao decorrer do modo.

Essa é minha primeira impressão após ver o jogo, uma história envolvente e bem construída, personagens que malharam com o Leo Stronda, combos, combos e mais combos – que é o forte da franquia -, muita luz e cor para tudo que é lado e uma mecânica de combate interessante em torno das gemas do infinito.

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