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Analisando Raças: Anão

Os anões são uma raça inspirada nos antigos vikings da mitologia nórdicas, sendo parrudos com barbas longas e jeito “arrogante” de agir. Escolha preferida dos jogadores que decidem ser personagens que suportam os maiores tipos de dano o anão por vezes é o mestre do combate pesado e se destaca facilmente em qualquer prova física.

Os anões têm entre 1,30 m e 1,50 m de altura, mas seus corpos são muito largos e compactos; em geral, eles pesam o mesmo que os seres humanos. Os anões são ligeiramente mais altos e bem mais pesados que as anãs. Sua pele geralmente é marrom ou com uma tonalidade bronzeada e seus olhos sempre são escuros. Seus cabelos variam entre o preto, o cinza ou o castanho, quase sempre longo. Os anões valorizam bastante suas barbas e cuidam bem delas. Eles preferem estilos simples para seus cabelos, barbas e roupas. Atingem a fase adulta por volta dos 40 anos e podem viver mais de 400 anos.

Os anões hesitam em sorrir ou celebrar e suspeitam muito de estranhos, mas são generosos com os poucos indivíduos que adquirem sua confiança. Eles valorizam o ouro, as gemas, as joias e os objetos de arte fabricados com esses materiais preciosos e muitos já sucumbiram à ambição. Eles não combatem de forma recatada ou temerária, mas com coragem, tenacidade e cautela. A raça possui um forte senso de justiça, que pode se transformar em uma sede de vingança infindável. Entre os gnomos, que são famosos por suas excelentes relações com os anões, é comum o seguinte ditado: “Se eu estiver mentindo, que eu enraiveça um anão”.

“Os anões são uma raça humanoide subterrânea de baixa estatura, atarracada e barbuda. Bons com machado, mineração e cerveja, são a terceira raça mais numerosa de Arton. Foram criados há cerca de 890 mil anos, pela breve união de Khalmyr, o Deus da Justiça (conhecido por eles como Heredrimm), e Tenebra, a Deusa das Trevas – compartilhando o senso de ordem e retidão do pai e o amor pela escuridão e pelo subterrâneo da mãe.

 

Sua primeira morada em Arton foi a Cidadela de Khalmyr, na Montanha Invencível. Mais tarde, após uma visão recebida pelo renomado Wordarion Thondarim, abandonaram a superfície vieram a construir moradas na Cordilheira Dhorlantur, além do grandioso reino de Doherimm, a Montanha de Ferro. Hoje, Doherimm é o reino mais extenso que existe em Arton, localizando-se inteiramente no subterrâneo.

 

Embora a localização de Doherimm seja um mistério que poucos não-anões conhecem, muitos anões vagam por Arton como aventureiros, mercenários e comerciantes. Tentativas de extrair à força o segredo de um anão mostram-se bastante infrutíferas. Por um misto de encantamentos e convicções arraigadas, é impossível para qualquer anão revelar o caminho para seu reino, e nem mesmo magias de leitura da mente funcionam para descobri-lo.

 

Como mais uma barreira de proteção, anões jamais ensinam seu idioma nativo a qualquer membro de outra raça. Ver um anão utilizando seu próprio idioma fora de seu reino é algo extremamente raro. Dizem que nas profundezas de Doherimm os anões guardam Rhumnam, a espada sagrada do deus Khalmyr.

 

Além de serem capazes de enxergar no escuro, os anões são renomados escultores e mundialmente conhecidos como mestres em trabalhos em pedra, e grandes apreciadores de cerveja. São inimigos mortais dos trolls subterrâneos Ghillanin, e também possuem um ódio especial por orcs, que compartilham de seu amor pelo subterrâneo. Existe um bairro exclusivo de anões na cidade de Valkaria.”
(Anão no mundo de Tormenta)

Conclusão: Os Anões por vezes são mal interpretados por parecerem classes bem limitadas, mas falando por experiencia própria, acredito que os Anões sejam excelentes para se jogar, devido a sua rica historia e jogabilidade “pesada”.

Loki Kaenn

20 anos. Escritor amador e fanático por RPG, Cardgames e Boardgames. Alimentando o sonho de viver da literatura a cada dia

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  • Wellington

    Muito bom… Curti

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